​2010

Temporada de  09 a 31 de outubro

Sala 504 - Usina do Gasômetro

Direção: Alexandre Dill | Intérpretes: Igor Pretto, Gustavo Susin, Thainá Gallo e Vicente Vargas | Iluminação: Igor Pretto | Cenário: Bruno Salvaterra | Trilha sonora Original: Leonardo Aprato e Protásio Jr | Figurino: Alexandre Dill  e Valquíria Cardoso |  Foto: Rafael Avancini









Temporada performática de PARA ACABAR COM O JULGAMENTO DE DEUS no Verde Clube e Temporada sala 504 - usina do Gasômetro| Direção: Alexandre Dill | Intérpretes: Igor Pretto, Gustavo Susin, Thainá Gallo e Vicente Vargas | Participação: Caroline Lazarrotto | Iluminação: Leonardo Aprato| Trilha sonora Original: Leonardo Aprato e Protásio Jr | Figurino: Alexandre Dill  e Valquíria Cardoso |  Foto: Fábio Alt 



 

Foto: Rafael Avancini

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Foto: Fabio Alt

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​2012

Temporada  de 09 a 24 de junho 

Sala 309 - Usina do Gasômetro

Direção: Alexandre Dill | Intérpretes: Igor Pretto, Tatiana Vinhais, Thainá Gallo, Manu Menezes e Vicente Vargas | Iluminação: Igor Pretto | Cenário: Bruno Salvaterra | Trilha sonora Original: Leonardo Aprato e Protásio Jr | Figurino: Alexandre Dill  e Valquíria Cardoso |  Foto:  Diego Bregolin

Foto: Diego Bregolin

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Em busca deste ‘Corpo sem órgãos’, O GRUPOJOGO dá início a esta investigação através dos estudos da importante produção que Artaud nos legou - seus manifestos polêmicos, cartas, ensaios, conferências, roteiros de cinema, desenhos, pinturas e peças de teatro além de seu principal escrito sobre a arte do teatro no século XX ‘O teatro e seu Duplo (1964)’ – que serviu como referência a grandes nomes como Jerzy Grotowski e Eugênio Barba, os quais embasam o processo criativo que nos faz compreender a dança e o teatro como formas de criação artística inseparáveis.

 

(...)estou reduzido a um corpo, expandido, condenado à ‘palavra-prisão’ da mente e à subjetividade total das vísceras, transformando-me em metáforas e correspondências, onde reina a crueldade. Na busca pelo meu corpo sem corpo arrasto-me como um verme, corro como um louco e viajo em meu deserto.

Preferindo sempre me manter nômade no lugar que resolvi chamar de lugar nenhum durmo, velo e luto. Sou vencido e procuro o meu lugar, descubro-me em minhas felicidades inauditas e minhas quedas fabulosas. Desejo aquilo que eu não sei o que é. Por isso, nesse lugar nenhum, desejo controlar a permeabilidade do meu desejo.

 

Algo foge de meu corpo-lugar. Está em fuga da constante guerrilha contra o organismo, da criação imperfeita de um criador, inventor de um corpo impossível e inútil. O corpo do começo – o corpo sem história, nem cronologia nem tempo divino ou humano. Me despedaço e me reconstruo e sigo constantemente em direção ao JULGAMENTO. Um corpo contra o juízo, acredito, do meu eu. O corpo é o corpo. Ele é sozinho