Diante do tribunal distrital um pirata somali (GUSTAVO SUSIN ) pede compreensão pelo ataque ao navio de carga MS Taipan e lamenta pela perda de seu amigo Tofdau. 
Pellner (FREDERICO VITTOLA) e Dorsch (VICENTE VARGAS) estão em um barco de patrulha nas florestas tropicais do Afeganistão em busca da liquidação de um tenente coronel enlouquecido (GUILHERME CONRAD). 


AS TREVAS RIDíCULAS nos leva ainda mais longe: um mundo proliferando emaranhados e indissociáveis questionamentos da história colonial em busca da construção de mais diálogos à realidade pós-colonial. Estamos nos movendo constantemente para longe da chamada civilização e nos aproximando do deserto e das trevas. Uma encenação lunática e delicada, irônica e ao mesmo tempo triste, que descreve nossa incapacidade de compreender o que parece estranho: o Horror de uma guerra, uma cultura diferente, um povo diferente e por fim a si mesmo.


Este espetáculo foi Financiado pelo Goethe-Institut Porto Alegre e integra a 1ª Edição do Projeto Transit: 2 diretores brasileiros, 1 texto alemão.


Ficha Técnica:
Direção ALEXANDRE DILL  Intérpretes VICENTE VARGAS, GUILHERME CONRAD, LUCAS PRADO, FREDERICO VITTOLA, GUSTAVO SUSIN  Direção Musical BIBIANA PETEK  Preparação Vocal LÍGIA MOTTA  Desenho de luz LUCCA SIMAS Figurino MANU MENEZES  Cenografia REYNALDO NETTO  Cenotécnico RODRIGO SHALAKO  Colaboração JEZEBEL DE CARLI  Assessoria de textos: GIORGIA FIORINI Arte Gráfica: KÉSSIO GUERREIRO Fotos e Vídeos: PEDRO MENDES Produção GRUPOJOGO  Tradução de Luciana Dabdad Waquil 

Sobre o Diretor: Alexandre Dill em 2016, foi selecionado para participar do Fórum International, programa para profissionais de teatro no âmbito do festival Theatertreffen de Berlim. Em 2013, venceu o Prêmio Novos Diretores, parceria do Goethe-Institut com a prefeitura de Porto Alegre para a montagem de A Noite Árabe. Ainda em 2013, a pesquisa Fausto, o ator, o espectador e a criação de uma fábula gestual foi contemplada com a Bolsa de Pesquisa em Artes Cênicas Décio Freitas e conquistou o Troféu Açorianos 2012 de direção de dança com o espetáculo Fauno. Dill, 33 anos, já é conhecido por suas ousadas montagens que mesclam dança, teatro, artes visuais, e transita entre uma criação visual de impacto estético e também discute problemas da sociedade, desta vez não é diferente, na montagem de AS TREVAS RIDÍCULAS aborda Politicas Globais sensíveis através de temas cotidianamente discutidos como: Fluxos migratórios forçados, a arrogância ocidental e nossa incapacidade de compreender o que parece estranho: o Horror de uma guerra, uma cultura diferente, um povo diferente e finalmente a Si mesmo